22 junho 2017

Estive aqui pensando o quanto falo pouco sobre o meu trabalho aqui no blog. Preciso atualizar a bio aqui do lado já tem um tempo, mas francamente é muito difícil falar sobre nós mesmos, apesar de achar que essa bio tá bem ultrapassada e fútil hahaha. Acho que pouca gente sabe que atualmente sou gerente de marketing em uma empresa, mas tudo começou como designer. A minha formação é mesmo em design gráfico, inclusive entrei nessa empresa como designer – e ainda tenho meu próprio estúdio que atendo clientinhos especiais que se identificam com meu traço – mas acabei assumindo a gerência das equipes de criação e audiovisual depois de um tempo nessa empresa.

O design é e sempre foi minha paixão – mesmo as atividades da gerência tendo me levado bastante pro lado do marketing e do branding (que é outra área que eu sou apaixonada e quero me especializar cada vez mais em branding, mas calma eu preciso pelas forças divinas conseguir terminar meu MBA em gestão de marketing ahahaha), a questão é que eu queria falar sobre o YELLOW DAY e lembrei que nunca falo de design e todas as minhas experiências profissionais até então por aqui, tô querendo mudar esse cenário – compartilhar mais coisas úteis da minha jornada/carreira – e quero começar falando sobre esse evento online – o Yellow Day #2 da Abracadabra.

A Abracadabra é uma agência que reúne um time de estrategistas e criativos, especialistas multidisciplinares com experiência na construção e reinvenção de marcas através do branding e do design. É uma agência referência aqui em Fortaleza, admiro tanta coisa que eles fazem! É tipo, amor mesmo. A melhor coisa é que podemos assistir via Facebook Live a partir das 18h30 amanhã sexta (23) através da página deles um evento especial com uma galera massa! Com o tema “Processo criativo – de onde vêm as ideias?”, o Yellow Day traz dessa vez o chef Leo Gonçalves, as designers Dora Coelho e Jô de Paula, o estilista David Lee, o fotógrafo Igor Barbosa, o empreendedor Gustavo Lima, a arquiteta Laura Rios, o artista Weaver Lima e Sérgio Carvalho, que desenvolve projetos especiais para a plataforma Vós. Eu acredito que vai ser muito massa. Então, não esquece: Transmissão ao vivo no Facebook

Yellow Day #2
Data: 23/06 (sexta-feira)
Horário: 18h30

Transmissão ao vivo no Facebook

20 junho 2017

Sempre fico me perguntando porque é tão difícil se reconhecer. Deveria ser a coisa mais fácil do mundo, se olhar no espelho e ver quem somos, de fato. Saber a nossa própria essência, nossos princípios e nossos valores, a questão é que a gente até sabe – guardado lá no fundo, mas o mundo fica o tempo inteiro de alguma forma nos apagando. Nós nunca somos suficientes e de alguma forma eu me sinto o tempo inteiro cansada. Eu sei que a cobrança existe e é diária, ela massacra quem somos de verdade e a gente tem que lutar todo dia pra dizer: Ei, eu estou aqui. Existe algo bom em mim. É um trabalho árduo cuidar da própria auto-estima, a gente parece tão bem no instagram, a vida é tão bela nas redes sociais que por diversas vezes me pergunto: onde é que nós realmente estamos? Quem somos no espelho do banheiro da nossa própria casa?

Postei no meu facebook essa semana um pequeno texto que eu senti vontade de dizer pra mim mesma e pra quem eu conheço de que nós estamos indo beme eu só consigo acreditar nisso depois de uma grande imersão espiritual pra finalmente conseguir ver alguma coisa – que nós estamos trabalhando pra caramba pelo nosso futuro, que estamos plantando coisas boas, que nos importamos com as pessoas, que ignoramos coisas más que outras pessoas fazem a gente, que por mais que – não pareça – o nosso trabalho está sim fazendo diferença, que somos vencedores só em conseguirmos levantar de manhã com tanta ansiedade e críticas externas e que estamos melhorando a nossa vida sim – é que todo mundo tem que parecer super-herói sempre né?

Temos que estar o tempo inteiro sorrindo e dizendo que estamos cumprindo nossas metas e cheios de objetivos, planos e sonhos, ninguém nunca quer se mostrar desmotivado e triste com o rumo que estamos tomando, quando na maioria no íntimo todos nós estamos um pouco tristes com esse rumo. Estamos tão preocupados em parecer alguma coisa, em cumprir grandes coisas que nem comemoramos mais nada, nem apreciamos mais pequenos momentos, nem comemoramos mais a formatura porque não temos pós, não comemoramos a pós porque não temos mestrado, não comemoramos o namoro porque não nos casamos e é sempre o futuro, quase nunca o presente. Nem lembramos mais que só EXISTIR já é um puta motivo de comemoração. Se você não se sente assim amiga(o), GOOD FOR YOU acredite que você tá indo maravilhosamente bem!

É tão fácil olhar pro outro e perceber que ele ‘está super bem’ mesmo que não seja essa a realidade, difícil é olhar pra nós mesmos e perceber o tanto de talento que a gente tem, porque cada um de nós temos um talento único – mesmo que você não saiba que talento é esse agora nesse momento, tudo bem sabe? Você vai descobrir.

Mesmo que o mundo esteja tão doido, existem coisas boas nele e existem coisas boas dentro da gente, cada um de nós tem tanto pra contribuir! Problema é que nos perdemos no meio do caminho, começamos a valorizar coisas que são descartáveis, começamos a mudar o foco, a perder a sensibilidade. Eu não quero perder a sensibilidade, não quero perder a minha essência – porque é quando a gente perde a essência que viramos meros escravos emocionais de qualquer coisa. Tudo está bom pra quem se deixa levar pelo mundo e não coloca a sua autenticidade e verdade pra jogo. Eu não sei se esse texto fez algum sentido, mas eu espero que hoje você pare e se reconheça.

24 abril 2017

Tá todo mundo falando da Cabana. E foi assim com o livro também quando lançaram, não é de se espantar, a Cabana trata de um tema que SEMPRE vai gerar discussões: O Todo Poderoso, Deus. Cada pessoa tem a sua idéia, a sua crença, a sua fé e a sua interpretação do sobrenatural de Deus. Finalmente eu posso dizer que sou alguém que tenho um relacionamento com Ele e por isso eu estava bastante ansiosa pra assistir, o fato é que logo depois de assistir e, claro, me emocionar MUITO fui correndo pesquisar resenhas, assistir pessoas conhecedoras da Palavra de Deus e cá estou pra resenhar mais um filme, depois de um longo tempo sem escrever – tô até achando estranho haha. Assim como sempre digo antes de resenhar, não sou especialista e aqui é pura e simplesmente a minha visão sobre o filme (e nada sobre o livro, pois não li) – e que não esqueçamos que o filme trata de entretenimento, ou seja, não é uma obra baseada em fatos reais como Milagres do Paraíso, por exemplo.

Aliás, eu gostaria de começar por aqui. Vi várias opiniões contrárias ao filme, mas a primeira coisa que a gente não pode esquecer é que estamos falando de entretenimento. Pra começo mesmo de conversa o autor William P. Young escreveu essa história para os filhos e nem se quer ia publicá-la até que decidiu fazer e cá estamos nós levando super a sério e enumerando diversas heresias na obra. É fato que a história é puramente o que o William acha e sente a respeito de Deus, são as experiências e crenças DELE. Se teve heresias durante? Sim, teve, mas vamos falar disso depois.

Se você já assistiu A Cabana sabe que Mack é o personagem principal que vive um luto intenso depois da morte violenta da sua filhinha de 6 anos, Missy. O fato é que ele não aceita o que aconteceu e questiona Deus dos porquês: Porque Deus não fez nada? Porque Deus permitiu isso acontecer? Porque Deus isso ou aquilo? Pra mim esse é um dos temas centrais do filme que gostaria de dividir em 4: Questionamentos a Deus, Confiança sobre Quem é Deus, Ser o Juíz e o Perdão.

Achei que o filme retratou muito bem durante todo o tempo o tamanho do amor de Deus. A Divina Trindade, em Pai, Filho e Espírito Santo. Nós vivemos questionando tudo de Deus, porque aconteceu aquilo comigo ou aquilo outro. Porque isso, porque aquilo e definitivamente não confiamos. Achamos que tudo deve acontecer a nosso tempo, a nossa hora, que não devemos sofrer por um instante. Sabe aquela frase: “Coisas ruins acontecem com pessoas boas?” Mesmo que exista um Deus gigante, dono do mundo e com o maior amor, coisas ruins vão acontecer – obras do mal – sempre vão acontecer e isso jamais tira a grandeza do amor de Deus e muito menos o seu poder de curar nossas feridas.

Foi legal ele retratar Deus como uma mulher? Não, de fato isso não é mesmo algo que se deva fazer, a Palavra de Deus é clara quando diz que não devemos de maneira alguma comparar o Pai como ‘carne’ ou como ‘homem’ ou alguma ‘imagem’, pois o Pai é Espírito. Então, essa é a primeira das heresias que muita gente criticou e de fato concordo, mas por toda a dinâmica do filme, não creio que seria possível outra maneira, visto que até a “sabedoria” foi disposta como uma bela mulher. No entanto, isso de maneira alguma atrapalha o enredo do filme. O fato é que para tantas pessoas que nunca se quer tiveram contato com Deus acredito que é uma forma incrível de aproximação e até abertura para um novo olhar de relacionamento com o Pai.

Outra cena que mexeu muito comigo foi a cena em que Jesus pede para Mack esperá-lo do outro lado do rio, então Mack entra em uma canoa e no meio da travessia começa a afundar em uma água preta, suja, triste, em fúria e nesse momento Jesus está do lado de fora do barco dizendo: OLHE PRA MIM. OLHE PRA MIM MACK. NÃO OLHE PRA ISSO, OLHE NOS MEUS OLHOS. Mesmo o barco afundando, mesmo a água preta consumindo Mack, mesmo com MEDO e em pânico de se afogar e entrar na escuridão, Mack se concentrou e olhou fixamente pros olhos de Jesus. E em alguns minutos toda aquela tempestade havia passado e a calmaria se instalou novamente.

E é aí que entra a lição dessa cena, às vezes estamos tão fixados em nossos problemas rasos ou profundos que não paramos para olhar pra Jesus que é a nossa única luz, o nosso único caminho e mais uma vez voltamos pros tópicos que citei anteriormente – Confiança em quem é Deus. Confiança no Pai, no Filho e no Espírito Santo – Tem uma frase do filme que é: Enquanto a única coisa que você consegue ver é a sua dor Mack, você não consegue me ver e de fato, essa é a mais pura realidade.

Gostaria de ficar aqui falando sobre o filme INTEIRO, mas creio que o post já está enorme e se você chegou até aqui: que bom ter você como leitor(a)! hahahaha A última coisa que gostaria de atentar é sobre outra heresia que – pra mim – não dá pra passar despercebido. É quando a Trindade diz que não há diferença entre eles, que eles são todos iguais – O Pai, O Filho e O Espírito Santo, é importante deixar claro que eles tem o mesmo nível de Poder.

Tanto o Filho, quanto o Espírito Santo tem a permissão do Pai para fazer, porém Jesus deixou bem claro quando disse: “Eu digo o que meu Pai manda dizer” – “Eu faço o que o meu Pai manda fazer”, sendo assim existe sim uma ordem de hierarquia e que o Filho e o Espírito Santo obedecem às ordens do Pai! No mais, acho que o filme é importantíssimo para aproximar pessoas a conhecerem esse Deus de amor, um Deus que não condena (apesar de deixar claro que cada um arca com as consequências de suas ações), um Deus que cura feridas abertas pelo mal, um Deus Papai! Pra mim, valeu muito a pena toda a experiência e a mensagem passada pelo filme, vem “De Volta à Cabana”!

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